sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Londres, Inglaterra



20.01.2012
Londres, Inglaterra


- A RECEPÇÃO “CALOROSA” DA INGLATERRA – PARTE I
                Desembarcamos em Londres lá pro meio-dia e fomos recebidas assim: fazendo fila pra ser farejada por cães farejadores, passando pela metralhadora apontada pelo policial pra todos que passavam, e, finalmente, um questionário burocrático absurdo sem sentido nenhum.
                Pra resumir o tal do questionário, que rende um mau humor daqueles, a mulher que me “entrevistou” perguntou de onde eu estava vindo (ok), quantos dias eu ia ficar em Londres (ok), se já tinha vindo aqui antes (ok), que dia ia embora, onde eu ia ficar (?), o que eu estudava (??), e, o mais importante e indispensável pro controle deles: o que eu tinha visto em Amsterdam (???????) – sim, tive de contar pra ela que fui ao Museu Van Gogh, à casa de Anne Frank e etc.

                Resumindo: o turista não é recebido aqui como nas outras cidades que a gente visitou até agora. CHEGAR EM LONDRES É IRRITANTE!


- A RECEPÇÃO CALOROSA – PARTE II (no metrô)
                Quando finalmente conseguimos sair do aeroporto, chegamos à estação de trem que leva aos centros da cidade. O lugar é caótico. Procuramos um guichê de informação e, depois de uma fila curta, conseguimos perguntar como chegar à estação de metrô próxima ao nosso hotel.




                O nosso trajeto era teoricamente fácil. Difícil era o percurso de um senhor português que, por coincidência, estava tentando receber informações nesse mesmo guichê. Ele não sabia falar nem “ai-love-iu” e a paciência britânica não é, digamos assim, tão perfeita quanto a pontualidade.
                Os funcionários responsáveis pelas informações me perguntaram se eu falava português e, quando respondi que sim, simplesmente repassaram o dever de ajudar o português a nós. O inglês me explicou o que o homem deveria fazer, mas, com a rapidez da explicação, não entendi muito bem. Quando fui perguntar de novo o trajeto complicado, fui obrigada a ver o “gentleman” comendo papel de raiva (de nós? Do português perdido? Não importa). Esperamos que o tiozinho portuga esteja bem!

NOTA PRA RECEPÇÃO EM LONDRES:  -100


- O HOTEL – “GOWEL HOTEL”
                Andar de metrô em Londres  não foi fácil pra nós – estamos agora com duas malas cada uma e, pelo menos na estações por que passamos, não vimos escadas rolantes. Apesar do sufoco, recebi ajuda de duas pessoas pra descer as malas, enquanto a Carol teve de descê-las com sua própria força. Sei lá se isso é normal... rs



                Finalmente, lá pelas 4h da tarde conseguimos fazer check-in no hotel. É um quarto grande, com uma cama de casal e outra de solteiro, uma penteadeira e até chá! Um quarto bom e confortável pra descansar de um dia cansativo.





- ALMOJANTA
                Nessa brincadeira de aeroporto, check-out e check-in, acabamos não tomando um café descente e nem almoçando. Saimos pra comer e logo demos de cara com um lugar onde se vende o famoso fish&chips. Coisa gordurosa:






- UMA VOLTINHA PELA CIDADE
                               Não tínhamos muito tempo, o dia estava acabando quando saímos do restaurantezinho. Decidimos pegar o metrô em direção a Westminster, onde estão o Big Ben e o London Eye (a roda gigante da Inglaterra). Tudo estava fechado, mas valeu bastante a pena pela vista:






No caminho, muitos policiais, guardas pra lá e pra cá, algumas manifestações interessantes na frente do palácio e, é claro, o telefone público mais famoso do mundo:





quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Amsterdam, Holanda

Amsterdam, Holanda
19.01.2012


- CASA DA ANNE FRANK
                Nossa segunda prioridade em Amsterdam era visitar a casa da Anne Frank. A visita nos custou 9 euros que não valem tanto a pena assim, mas é uma visita interessante e imprescindível pra quem vem a Amsterdam atrás de cultura.
                Dentro do museu, que é de fato a casa onde a família Frank se escondeu, dá pra ver fotos, cartas e, o mais importante, o diário em que a menina escreveu.
                Lá também não pode tirar foto  L


- OS CANAIS DE AMSTERDAM
                Depois de sair da casa de Anne Frank (uma visita pesada, em que se retrata o Nazismo), fomos fazer um passeio de barco a que tínhamos direito com o IAmsterdamCard que compramos.



                O passeio leva o turista a conhecer a história de Amsterdam através dos canais que cortam a cidade – a vista é bem legal e a gente pode acompanhar a história através de comentários em áudio que rolam durante a navegação, explicando a importância dos canais, dos lugares por onde o barco passa e etc.


A arquitetura é linda:


Os cisnes são lindos, rs:





E o barco é bem aconchegante:





- O MUSEU REMBRANDT (sem fotos mais uma vez!)
                Depois de um lanche rápido na Centraal Station, fomos ao Museu Rembrandt, um pintor do século XVII. Também este museu foi a casa do artista, e lá podemos ver os cômodos da época além de algumas obras de Rembrandt. É um mergulho no passado, bem interessante.
                Mas o mais legal dessa visita é uma demonstração feita por um artista que faz plantão no museu e explica (colocando a mão na massa e na tinta) como o pintor do século XVII fazia suas obras. Um pequeno carinho do museu que, óbvio, nem se compara com o do Van Gogh, que a gente amou.



- ADEUS AMSTERDAM
                Agora damos adeus à cidade chuvosa de Van Gogh, da maconha e das prostitutas mais famosas do mundo pra desembarcar em Londres!






P.S: esqueci de dizer como fiquei impressionada com o fato de que se pode ouvir os sinos da Igreja enquanto as prostitutas dançam atrás das vitrines avermelhadas. Isso é choque de ideia.

Amsterdam, Holanda

18.01.2012
Amsterdam, Holanda.


- DEPOIS DE UM DIA NEGRO

         Depois de passar horas de nervoso no aeroporto de Roma, chegamos no hotel de Amsterdam já de madrugada. Quem nos atendeu foi um cara descalço, com cara de quem tava dormindo e com um humor abaixo de zero.

         Pelo que vimos, aqui em Amsterdam a maioria do hotéis não têm elevador. Tivemos muita sorte de ficar no primeiro andar do “La Bohème”:






         O café da manhã do hotel é bem gostoso, tem pão, leite, suco, café, chás variados, frios também variados, cereais e, pela primeira vez, vimos uma variedade razoável de frutas. No hotel também funciona um bar, que fica aberto até as 23h – as pessoas que ficam na recepção são bem simpáticas, explicam como chegar nos lugares de maneira bem atenciosa.


- AS RUAS DE AMSTERDAM

         E Amsterdam é uma cidade complicada pra quem vem se arriscar sem guia: as ruas são descontínuas, não-sei-quantos-mil canais cruzam a cidade e, pra gente, pareceu bem difícil se locomover.



Além de tudo, o que mais surpreendeu foi o trânsito: é verdade que as pessoas andam muito de bicicleta, como dizem por aí – o que acontece é que, em meio a bicicletas infinitas, carros em alta velocidade e trams (bondes) que cruzam a cidade toda, o pedestre (nós!) acaba sendo engolido.
         Eu brinquei com a Carol que o pedestre deve escolher se quer ser atropelado por um carro, um tram ou uma bicicleta. Coisa medonha.

Aah! Medonho também é o frio que faz aqui. Não pára de chover e de ventar, coisa de doido:





- O MUSEU VAN GOGH

         Tivemos que estabelecer prioridades em Amsterdam porque nosso tempo que já era curto ficou menor ainda por conta da perda do nosso voo. Felizmente, nossa primeira opção de passeio era o Museu do Van Gogh. 

No caminho, encontramos as letras da cidade onde todo mundo tira sua foto de turista bobo:





E ir ao museu valeu MUITO a pena – a organização do museu se junta à genialidade e às atribulações da vida de Van Gogh e deixa o acervo perfeito. Não pode tirar foto, mas aqui tá um dos mais famosos quadros do pintor que a gente teve oportunidade de ver:

 


E a gente do lado de fora, depois de ter visto todo o acervo:





- RED LIGHTS

         À noite, fomos ao tal do Bairro da Luz Vermelha. Demoramos a encontrar as famosas prostitutas – passamos por muitos bares, muitas lojas e muitos coffee shops (onde se vende maconha) antes de achar as vitrines das moças – corpos magros, na maioria das vezes, e que não se deixam fotografar. Tem que guardar na memória, rs. Só tirei foto da rua em si, longe das vitrines da mulherada:









- O TAL DO COFFEE SHOP
         Aí a gente tá em Amsterdam, e tudo pode e bla bla bla. E por que não comer o tal do bolinho de cannabis, o tal do space cake? Combinamos de cada uma comer num dia, pra não ficarmos duas noiadas vagando pelas ruas da Europa. A Carol comeu, só o que eu fiz foi dar uma mordida no bolo.





         Ela disse não sentir nada e chegamos à conclusão de que não tinha nada no bolo além de chocolate, até que, algum tempo depois, já no hotel, ela sentiu o efeito da coisa. Sei lá, perguntem pra ela o que é. Eu só dei algumas risadas de vê-la sob o efeito da comidinha, mas, já adianto, ela não ficou maluca, não. Pelo menos não me pareceu.
         Tá aí o bolinho todo comido e algumas imagens do coffee shop em que a gente entrou:







Aeroporto de Fiumicino, Roma, Itália

17.01.2012
Fiumicino, Roma, Itália

O dia começou com nosso check out da "casa" da D. Olga, essa italianona que se comunicou com a gente através de muita mímica e muita simpatia:



Depois de sorrir pra essa foto, muito provavelmente a gente só riu de norvoso - a companhia Easy Jet fez a gente perder o voo, gastamos um dinheiro doido pra poder chegar em Amsterdam, perdemos muito dinheiro com telefones públicos que não funcionaram, ouvimos mentiras e mais mentiras além de ter passado o dia inteiro vagando entre os terminais 1, 2 e 3 do aeroporto. Tudo isso, é claro, puxando as malas que carregamos.

Chegamos em Amsterdam à 1h da manhã, cansadíssimas e muito mal-humoradas.

Dia a ser apagado.
:)

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Roma, Itália


16.01.2012

Roma, Itália

- DOS ÚLTIMOS PASSEIOS
                Esse foi nosso último dia de passeio em Roma. Como é uma segunda-feira, a grande maioria dos museus estavam fechados, uma das únicas exceções era o Coliseu – por isso, decidimos reservar esse dia justamente pra visitá-lo.


- O COLISEU
                A entrada do Coliseu custa 12 euros, e com ela também se tem acesso ao Palatino (nossa segunda visita do dia). Compramos também o áudio-guia por 5,50 euros, porque só assim era possível entender as ruinas do prédio.



                Vale bastante a pena a visita do Coliseu – é um passeio pela história, é como pisar num livro e poder tocá-lo. Apesar do frio, gostamos muito; o percurso dentro do prédio deve ter durado mais ou menos 1h30 min.



                O Coliseu não pode ser percorrido inteiramente e a sensação que se tem é que a qualquer momento uma pedra pode desabar na sua cabeça. Apesar de tudo estar um pouco diferente do que a realidade do passado, dá pra sentir um gostinho do que essa grande arena já foi na época dos grandes imperadores.

                  

               

 Eu e a Carol com Gladiador Feelings:



- O PALATINO
                Segundo o nosso livro de turismo e também segundo o turismo aqui de Roma, tem mil e quinhentas coisas pra fazer no Palatino. Na realidade, o Palatino era um monte onde os imperadores e os mais ricos romanos construíram suas casas. A vista é bem bonita:



Tudo o que o turista pode ver, hoje, são ruínas e mais ruínas – é preciso usar um pouco a imaginação pra reconstituir a casa de Augusto ou o Fórum Romano, que também fica por lá, mas, ao mesmo tempo, é impressionante tocar nas paredes em que César tocou, por exemplo.







                A gente acabou concluindo, desse passeio, que é melhor fazê-lo com um guia especializado, porque o Palatino é um grande parque cheio de coisas interessantes, que fazem parte de um momento muito importante da história, mas muito mal sinalizado – o turista que vem por conta própria, como nós, acaba se perdendo e se cansando, já que o espaço é enorme. Foi o que aconteceu com a gente.




- O MERCADO
                Nossa principal novela aqui em Roma foi se localizar, como eu já tinha dito antes. Placas confusas, sem nexo, que indicam vários lugares ao mesmo tempo e etc. A segunda maior dificuldade foi encontrar um mercado.
                Nosso hotel fica a menos de 5 minutos da principal estação de trem e metrô da cidade, mas a gente ainda não tinha visto nenhum grande supermercado – pra ser mais exata, nem um mercado normal a gente tinha visto. Só hoje concluímos, por conta própria, que esses grandes mercados nem devem existir em grande quantidade em Roma. Entramos em um mercado bem pequeno, como o que tem na esquina da minha casa, e encontramos pessoas com carrinho e tudo.


- FIM
                A temporada em Roma passou rápido e estamos com a sensação de missão cumprida – visitamos os Capitolinos, as praças, as fontes, o Vaticano, a Basílica de São Pedro, o Castelo de Sant'Angelo, o Coliseu, o Palatino... mas Roma merece pelo menos uma semana inteira dedicada a ela.



Ciao!!